Sting - Russians (1985)
Tradução livre
Ouça a música na playlist localizada na coluna esquerda.
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Russos
Na Europa e na América
Há um crescente sentimento de histeria
Condicionado pela réplica de todas as ameaças
Num retórico discurso dos Soviéticos
O senhor Krushchov disse: "Nós iremos acabar com vocês"
Eu não aprovo seu ponto de vista
Será de tal maneira uma coisa ignorante a se fazer
Se os russos amam suas crianças também
Como eu posso salvar meu pequeno garoto
Do mortífero brinquedo de Oppenheimer ?
Não há monopólio do senso comum
No outro lado do muro político
Nós compartilhamos a mesma biologia
Apesar de não compartilharmos a mesma ideologia
Acredite em mim quando eu te disser:
Eu espero que os russos amem suas crianças também
Não há exemplo histórico
Para colocar palavras na boca do presidente ?
Não existe guerra vitoriosa,
Isso é uma mentira e nós não acreditaremos mais
Senhor Reagan disse: "Ele irá proteger vocês"
Eu não confio no seu ponto de vista
Acredite em mim quando eu te disser:
Eu espero que os russos também amem suas crianças
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Cazuza e os Séculos XV-XX
Cazuza - Só se for a dois (1987)
Interpretações/referências históricas grifadas e/ou com ligações externas.
Ouça a música na coluna esquerda.
Só se for a dois
Aos gurus da Índia
Aos judeus da Palestina
Aos índios da América Latina
E aos brancos da África do Sul
O mundo é azul
Qual é a cor do amor?
O meu sangue é negro, branco
Amarelo e vermelho
Aos pernambucanos
E aos cubanos de Miami
Aos americanos russos
Armando seus planos
Ao povo da China
E ao que a história ensina
Aos jogos, aos dados
Que inventaram a humanidade
As possibilidades de felicidade
São egoístas, meu amor
Viver a liberdade, amar de verdade
Só se for a dois
Aos filhos de Ghandi
Morrendo de fome
Aos filhos de Cristo
Cada vez mais ricos
O beijo do soldado em sua namorada
Seja pra onde for
Depois da grande noite
Vai esconder a cor das flores
E mostrar a dor
Interpretações/referências históricas grifadas e/ou com ligações externas.
Ouça a música na coluna esquerda.
Só se for a dois
Aos gurus da Índia
Aos judeus da Palestina
Aos índios da América Latina
E aos brancos da África do Sul
O mundo é azul
Qual é a cor do amor?
O meu sangue é negro, branco
Amarelo e vermelho
Aos pernambucanos
E aos cubanos de Miami
Aos americanos russos
Armando seus planos
Ao povo da China
E ao que a história ensina
Aos jogos, aos dados
Que inventaram a humanidade
As possibilidades de felicidade
São egoístas, meu amor
Viver a liberdade, amar de verdade
Só se for a dois
Aos filhos de Ghandi
Morrendo de fome
Aos filhos de Cristo
Cada vez mais ricos
O beijo do soldado em sua namorada
Seja pra onde for
Depois da grande noite
Vai esconder a cor das flores
E mostrar a dor
Cazuza e a Burguesia
Cazuza - Burguesia (1989)
O consagrado Agenor em mais uma música com alto nível de politização e crítica escrachada, dessa vez, sobre a burguesia.
Há uma clara convocação a uma revolução, o que, de fato, está deixando a desejar nos dias de hoje...
Ouça a faixa na playlist localizada na coluna da esquerda.
Cazuza - Burguesia
A burguesia fede
A burguesia quer ficar rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia
A burguesia não tem charme nem é discreta
Com suas perucas de cabelos de boneca
A burguesia quer ser sócia do Country
A burguesia quer ir a New York fazer compras
Pobre de mim que vim do seio da burguesia
Sou rico mas não sou mesquinho
Eu também cheiro mal
Eu também cheiro mal
A burguesia tá acabando com a Barra
Afunda barcos cheios de crianças
E dormem tranqüilos
E dormem tranqüilos
Os guardanapos estão sempre limpos
As empregadas, uniformizadas
São caboclos querendo ser ingleses
São caboclos querendo ser ingleses
A burguesia não repara na dor
Da vendedora de chicletes
A burguesia só olha pra si
A burguesia só olha pra si
A burguesia é a direita, é a guerra
As pessoas vão ver que estão sendo roubadas
Vai haver uma revolução
Ao contrário da de 64
O Brasil é medroso
Vamos pegar o dinheiro roubado da burguesia
Vamos pra rua!
Vamos pra rua!
Vamos pra rua!
Vamos pra rua!
Pra rua, pra rua
Vamos acabar com a burguesia
Vamos dinamitar a burguesia
Vamos pôr a burguesia na cadeia
Numa fazenda de trabalhos forçados
Eu sou burguês, mas eu sou artista
Estou do lado do povo, do povo
Porcos num chiqueiro
São mais dignos que um burguês
Mas também existe o bom burguês
Que vive do seu trabalho honestamente
Mas este quer construir um país
E não abandoná-lo com uma pasta de dólares
O bom burguês é como o operário
É o médico que cobra menos pra quem não tem
E se interessa por seu povo
Em seres humanos vivendo como bichos
Tentando te enforcar na janela do carro
No sinal, no sinal
No sinal, no sinal
O consagrado Agenor em mais uma música com alto nível de politização e crítica escrachada, dessa vez, sobre a burguesia.
Há uma clara convocação a uma revolução, o que, de fato, está deixando a desejar nos dias de hoje...
Ouça a faixa na playlist localizada na coluna da esquerda.
Cazuza - Burguesia
A burguesia fede
A burguesia quer ficar rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia
A burguesia não tem charme nem é discreta
Com suas perucas de cabelos de boneca
A burguesia quer ser sócia do Country
A burguesia quer ir a New York fazer compras
Pobre de mim que vim do seio da burguesia
Sou rico mas não sou mesquinho
Eu também cheiro mal
Eu também cheiro mal
A burguesia tá acabando com a Barra
Afunda barcos cheios de crianças
E dormem tranqüilos
E dormem tranqüilos
Os guardanapos estão sempre limpos
As empregadas, uniformizadas
São caboclos querendo ser ingleses
São caboclos querendo ser ingleses
A burguesia não repara na dor
Da vendedora de chicletes
A burguesia só olha pra si
A burguesia só olha pra si
A burguesia é a direita, é a guerra
As pessoas vão ver que estão sendo roubadas
Vai haver uma revolução
Ao contrário da de 64
O Brasil é medroso
Vamos pegar o dinheiro roubado da burguesia
Vamos pra rua!
Vamos pra rua!
Vamos pra rua!
Vamos pra rua!
Pra rua, pra rua
Vamos acabar com a burguesia
Vamos dinamitar a burguesia
Vamos pôr a burguesia na cadeia
Numa fazenda de trabalhos forçados
Eu sou burguês, mas eu sou artista
Estou do lado do povo, do povo
Porcos num chiqueiro
São mais dignos que um burguês
Mas também existe o bom burguês
Que vive do seu trabalho honestamente
Mas este quer construir um país
E não abandoná-lo com uma pasta de dólares
O bom burguês é como o operário
É o médico que cobra menos pra quem não tem
E se interessa por seu povo
Em seres humanos vivendo como bichos
Tentando te enforcar na janela do carro
No sinal, no sinal
No sinal, no sinal
Fernando Pessoa e as Grandes Navegações
Fernando Pessoa em uma bela poesia sobre o mar e o sofrimento dos familiares de marinheiros portugueses.
Mar Português
"Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu"
Mar Português
"Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu"
Uns e Outros e a Queda do Muro de Berlim
Nessa faixa, a banda Uns e Outros relata sentimentos comuns aos alemães - principalmente orientais - após a queda do Muro de Berlim, que dividiu a Alemanha de 1961 a 1989.
Algumas partes mais pertinentes estão em negrito e outras igualmente importantes estão com ligações externas para artigos que detalham tais passagens.
Ouça a música na nossa playlist e também vale a pena conferir o clipe no youtube.
Notícias do Leste - Uns e Outros
Senti o vento soprar
Em quase todas as direções
E de toda parte vinham
Sorrisos de alívio há muito silenciados
Eles dançaram a noite inteira
Como crianças
Livres do pesadelo
A liberdade soprou no leste
As algemas se quebraram
E agora os dias não são
Tão cinzas como eram antes
E do outro lado do muro
Cabeças se erguem e mãos se levantam
Cantando, enfim, a queda
Das estátuas de bronze
Rasgando a mordaça
Pra escrever com sangue
A palavra proibida
Vida, Vida...
O terceiro milênio
A terceira idade
O Sol da manhã arde
Como eterno desejo de liberdade.
Algumas partes mais pertinentes estão em negrito e outras igualmente importantes estão com ligações externas para artigos que detalham tais passagens.
Ouça a música na nossa playlist e também vale a pena conferir o clipe no youtube.
Notícias do Leste - Uns e Outros
Senti o vento soprar
Em quase todas as direções
E de toda parte vinham
Sorrisos de alívio há muito silenciados
Eles dançaram a noite inteira
Como crianças
Livres do pesadelo
A liberdade soprou no leste
As algemas se quebraram
E agora os dias não são
Tão cinzas como eram antes
E do outro lado do muro
Cabeças se erguem e mãos se levantam
Cantando, enfim, a queda
Das estátuas de bronze
Rasgando a mordaça
Pra escrever com sangue
A palavra proibida
Vida, Vida...
O terceiro milênio
A terceira idade
O Sol da manhã arde
Como eterno desejo de liberdade.
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